Apenas um lugar, onde a pintura me leva no tempo - agora.
sábado, 17 de setembro de 2011
EM TONS DE OUTONO.
No entardecer da terra, O sopro do longo outono Amareleceu o chão. Um vago vento erra, Como um sonho mau num sono, Na lívida solidão.
Soergue as folhas, e pousa A folha volve e revolve Esvai-se ainda outra vez. Mas a folha não repousa E o vento lívido volve E expira na lividez. ... Fernando Pessoa
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